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- Site da UNEHAP - União Nacional de Ética no Hapki-Do - 25/01/2010

O que é ser Faixa Preta?
O que é ser Instrutor, Professor e Mestre?

      Em 21 anos dentro da prática das Artes Marciais observei e vivenciei muitas situações, conheci muitas pessoas e levantei vários questionamentos que quero agora compartilhar.

      Segundo Ferreira (2000), no Mini Dicionário da Língua Portuguesa temos as seguintes definições para as palavras instrutor, professor e mestre:

*Instrutor
Adjetivo.
Substantivo masculino.
Que ou o que instrui, ensina, adestra.

*Professor
Substantivo masculino.
Aquele que ensina uma ciência, arte, técnica; mestre.

*Mestre
Substantivo masculino.
1. Homem que ensina; professor.
2. O que é perito ou versado numa ciência ou arte.
3. Homem de muito saber.
4. Quem se avantaja em qualquer coisa.
5. Artífice, em relação a seus subordinados.
6. Comandante de pequena embarcação; patrão.
7. Aquele que tem o mestrado (2).
Adjetivo.
8. Que serve de base ou de guia; fundamental.

      Começo este texto com estas definições com a intenção de refletirmos a respeito do significado dado a estas palavras, por nós que lidamos com alunos, instrutores, professores, mestres ou simplesmente companheiros de treino.

      Será que existe algo além do significado atribuído pela Língua Portuguesa?

      Será que já paramos para pensar a respeito do compromisso vinculado a estes “títulos”? Acreditamos que exista algum compromisso?

      Antes de entrarmos realmente nesta reflexão, vamos falar um pouco sobre outro assunto. Todos nós, praticantes de Artes Marciais, já ouvimos e talvez tenhamos até falado que “faixa só serve para segurar a calça e manter a blusa fechada”.

      Será que é só isso mesmo, principalmente quando falamos daqueles alunos que estão próximo de conquistar uma faixa preta?

      Se estivéssemos em tempos mais antigos onde a cor da faixa só mudava pelo seu tempo de uso e desgaste, acredito que esta seria uma afirmativa correta. Hoje, no entanto, temos cores que representam a graduação do aluno e entendo que é preciso um pouco mais de cuidado para usarmos esta frase visto que, para muitos, mudar de faixa é símbolo de motivação, crescimento, superação de obstáculos e até alto afirmação.

      Dizer que faixa só serve para segurar a calça pode ser um golpe muito forte no ego de alguns se observarmos os significados anteriormente citados nesse processo de mudança de faixa.

      E quando falamos de graduados em faixa preta? Será que isso piora?

      Querendo ou não, o aluno faixa preta é sempre referência dentro de uma academia:

- normalmente é o mais observado pelos visitantes;

- muitas vezes, tido como elemento de comparação – “se ele é assim... quem o ensina deve ser...”;

- é a figura exemplar mais próxima dos alunos menos graduados.

      Acredito que é extremamente importante criarmos uma consciência de responsabilidade e devida importância em torno da conquista da faixa preta, pois só assim, teremos mais praticantes de Artes Marciais, adeptos da filosofia por trás da prática corporal e menos freqüentadores de aulas de Artes Marciais como opção de atividade física.

      Pensando no caminho que o aluno percorre durante sua graduação, seu empenho, sua disponibilidade de treino, seus objetivos e principalmente nos estímulos oferecidos a este aluno durante todo este processo de ensino e aprendizagem, no momento da conquista da faixa preta podem ocorrer algumas situações:

- termos um aluno que acha que chegou ao final de sua trajetória, o que é um grande engano;

- termos um aluno que irá simplesmente continuar seus treinos, sem nenhum compromisso;

- termos um aluno com o objetivo de se tornar um mediador dos conhecimentos – instrutor, professor e um dia, mestre.

      Pensando na terceira situação, surge um novo questionamento, pois se a figura do faixa preta é uma referência como foi dito anteriormente, quanto mais importante é a figura do instrutor, professor ou mestre?

      Aqui voltamos aos questionamentos iniciais do texto, agora com uma perspectiva dos caminhos que um graduado na faixa preta pode escolher seguir, com a visão da referência que ele pode representar, mas também, como mediador dos conhecimentos.

      É extremamente importante termos a consciência de que todo aquele que está à frente de um grupo é um formador de opinião, é uma referência, é um objetivo a ser alcançado principalmente na visão das crianças, é exemplo “dentro e fora” do tatame.

      Utilizando uma das definições citadas de Mestre – “... que serve de base ou guia; fundamental...”, eu pergunto aos instrutores, professores e especialmente aos mestres:

Que tipo de base você esta oferecendo aos seus discípulos?

      Meu objetivo neste texto não foi trazer muitas afirmativas ou respostas, pois estas seriam minhas verdades e o que é verdade para alguns pode não ser para outros, mas sim trazer questionamentos, reflexões onde cada um possa buscar suas conclusões, suas verdades e, a partir disso, se todo este questionamento tiver algum significado, procurar melhorar como Artista Marcial e até como pessoa.

Texto elaborado por:
CARLOS EDUARDO CRAVO
Professor 4º Dan em Hapki-do
Formado em Educação Física CREF 03638 G/SP                                            
Terapeuta Holístico CRT 25.568


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-Revista MixLeste - Edição 019 - Novembro de 2008

HAPKI-DO 
A Arte Marcial dos Ninjas Coreanos!
Por_Michelle Maragno
 
      HAPKI-DO é uma Arte Marcial de origem coreana que visa a defesa pessoal própria ou de outros, nas mais variadas situações, contra uma ou mais pessoas.     
  
      Dentre as técnicas utilizadas podemos citar:
-defesas com mãos livres, utilizando movimentos giratórios, técnicas de torção, de quebramentos e pontos de pressão;
-manuseio de armas( bastão, espada, bengala...);
-utilização de materiais do cotidiano como elemento potencializador da defesa(caneta, escova de cabelos, revista, vassoura, chaves...);
-técnicas de quedas e rolamentos, entre outras.    

      O grande diferencial do HAPKI-DO fica por conta do forte desenvolvimento energético que esta Arte Marcial proporciona onde, num primeiro momento, o aluno aprenderá exercícios respiratórios que serão utilizados em todo início de aula e, numa graduação mais elevada, haverá o aprendizado de técnicas mais avançadas de respiração, ACUPUNTURA E MASSAGEM.     
  
      Vale citar a relação HAPKI-DO E ACUPUNTURA pois os pontos de pressão utilizados no momento de aplicação de um golpe para defesa, são os mesmos utilizados na ACUPUNTURA para tratamentos dos mais variados problemas.     
 
      Numa sociedade que cada vez mais se preocupa com a qualidade de vida, o HAPKI-DO torna-se uma ótima opção para a busca dessa qualidade, visto que com a boa prática podemos melhorar:
-coordenação motora;
-flexibilidade;
-força;
-auto-estima;
-sociabilização;
-alívio do estresse diário;
-equilíbrio energético e outros.   
 
      Também é importante citar que homens e mulheres de todas as idades(preferencialmente a partir de 7 anos) podem treinar HAPKI-DO pois a individualidade será sempre respeitada.

Texto elaborado por:
Carlos Eduardo Cravo
Prof. 3° DAN em HAPKI-DO
Prof. de Educação Física – CREF 03638-G/SP
Terapeuta Holístico – CRT 25568


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-Revista MixLeste - Edição 019 - Novembro de 2008

ACUPUNTURA AURICULAR
Saiba um pouco mais sobre esta milenar arte de curar!

      Numa sociedade onde, cada vez mais, a preocupação com uma melhor qualidade de vida é percebida entre as pessoas, as Terapias Alternativas ou Complementares estão ganhando uma atenção cada vez maior.

      Dentre as técnicas mais conhecidas, a Acupuntura Auricular ou Auriculoterapia tem ocupado um lugar de destaque visto sua grande eficiência no tratamento dos mais variados problemas.

      Seu objetivo é equilibrar a circulação energética no organismo pois, para a Acupuntura Auricular, todo problema, seja ele físico ou emocional, tem origem num desequilíbrio energético.

      Utilizando os pontos de reflexo do organismo existentes na orelha, a Acupuntura Auricular é uma técnica que pode ser aplicada em pessoas de todas as idades, inclusive bebês. Isto ocorre porque, para estímulo dos pontos, podemos utilizar agulhas, o que normalmente é mais eficiente nos adultos ou outros elementos como sementes de mostarda, esferas de aço ou cristal, que são materiais mais recomendados para as crianças porêm nada impedindo a utilização destes também nos adultos.

      A permanência das agulhas ou sementes na orelha por um período de no mínimo quatro dias proporciona um estímulo mais intenso e duradouro fazendo com que uma sessão semanal seja suficiente para se obter um tratamento muito eficiente, eficiência esta que se mostra presente em problemas como: TPM, cólicas, insônia, dores de cabeça, coluna, tendinite, stress, ansiedade, depressão, problemas respiratórios, entre outros.

      É de conhecimento de todos que problemas como Aids e Cancer são grandes desafios para medicina e ainda não tem cura mas, mesmo nestes casos, a Acupuntura Auricular se torna um grande instrumento para a busca de uma melhor qualidade de vida.

      Vale citar que toda orientação médica que o cliente já apresente deverá ser mantida pelo período determinado pelo médico e toda alteração desta orientação deverá ser acompanhada por este médico e também que todo tratamento terá maior eficiência acompanhado da melhoria de hábitos diários, procurando a  qualidade da alimentação tanto quanto a tipos de alimentos quanto a horários das refeições e a prática de atividades físicas regulares.

Texto elaborado por:
CARLOS EDUARDO CRAVO
Terapeuta Holístico – CRT 25.568
Prof. de Ed. Física – Cref 03638 G/SP


 
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